redação

TEMA DA REDAÇÃO: COVID-19 E HIGIENE PESSOAL

Em meio à pandemia do COVID-19, algumas medidas que foram tomadas há muito tempo só estão ganhando importância neste momento devido a esta doença que assombra o mundo por completo. Atos de higiene pessoal e prevenção como lavar as mãos, usar másca e utilizar álcool em gel foram indicados e utilizados pelos profissionais da saúde, que por sua vez, foram orientados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que busca sanar a doença e manter a saúde da população global em dia. Essas ações devem ser utilizadas principalmente nos trabalhos essenciais, como a medicina e o jornalismo.

Durante esta pandemia, muito se fala sobre a realidade desta doença. Existem muitos conspiracionistas que insistem na tese de que, a pandemia foi um ato criado pela China para o seu engrandecimento e sua expansão financeira… além disso, também temos muitos que acreditam no isolamento vertical, o que é uma grande falha porque isolar apenas os que podem adquirir a doença é um ato errôneo. Pessoas sensatas não saem na rua, mas quando saem, praticam os atos higiênicos básicos que lhes foram recomendados: lavar bem as mãos, usar álcool em gel, utilizar máscaras descartáveis ou laváveis, etc. Isso faz com que a higiene pessoal populacional evite a proliferação do vírus, e assim, faça com que nós vivamos em uma sociedade com menos corpos para pisar e mais livre desta agônia que o corona nos causa. E digo isso porque o Brasil não é um bom exemplo para o mundo quando se fala de isolamento social, pois o governo atual não tem o mínimo de interesse em obedecer as orientações da OMS e o nosso presidente está sendo chicoteado pelo mundo, até sendo classificado pelo The Washington Post como “o pior líder mundial a lidar com o coronavírus”.

Diante dos fatos abordados, o governo deveria se posicionar mais e ter mais atenção sobre o tema. Se isso ocorresse, nós teriamos resultados semelhantes aos da Coréia do Sul, do Taiwan e da Alemanha que nos últimos meses conseguiram conter melhor esta situação. Mesmo o Brasil não sendo um país de primeiro mundo, fazer o mínimo esforço de investir em testes de COVID na população em geral (tanto pobre como rica) poderia diminuir gradativamente os casos ocorridos na nossa pátria. Além de tudo, nós poderiamos também ter investido no passado em mais ciência e tecnologia, assim não precisando de comprar produtos que são tão necessários e tão disputados no cenário atual (como respiradores, por exemplo). O país também deveria ter investido anteriormente na saúde pública, pois a ampliação antecipada de UTIs teria sido um ponte chave para a grande salvação em massa do povo. Além disso, trocar de Ministro da Saúde periodicamente por futilidades também não é uma boa ação, pois o ministro anterior estava mais inteirado da situação do país e dos procedimentos gerais.

Fontes da redação: Estado de Minas e The Washington Post.

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