a vida é como ela é

paz é o que me faz continuar vivendo, mesmo todo tempo eu estando sofrendo.

todos os dias passam cada vez mais devagar, e durante esses dias, só consigo me ferrar.

a depressão afeta meu psicológico como um tiro de espoleta direto na cabeça.

eu todo dia estou em prantos, e não consigo esquecer, que todo dia todo mundo está a envelhecer.

cada dia é pequeno, mas parece gigantesco, e sinto que estou a me tornar animalesco.

é algo doloroso, e o tempo não é piedoso, porque a juventude não amola… enquanto a gente vive na tristeza eterna, com uma felicidade que dizem que nós temos, os velhos chegam e choram por querer viver de novo no que atualmente vivemos.

tem muita gente solidária que vive uma vida precária, mas tem muitos outros que estão a perder pensando só em si e mandando os outros se foder.

esse tipo de pessoa não vive em sociedade, eles vivem numa bolha nas suas próprias cabecinhas onde todos os outros se ferram e as pessoas felizinhas porque estão nessa bolha que nunca parece acabar… eles vivem em um lugar utópico, mas isso eles deixam pra lá.

eu desisto desse mundo mesmo sendo adolescente, porque de repente, o ser inocente que vive com a gente virou o delinquente da rua de baixo… as crianças são corrompidas pela sociedade, e ninguém nunca fica feliz como deveria ficar.

eu desisto desse lugar, de todas as outras pessoas que tentam viver a toa, mas só conseguem os outros foder. todos os dias nós pensamos no futuro, mas disso não podemos esquecer: o que fazemos hoje lá na frente vai ser cobrado, parcelado ou não.

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